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As três palavras (malditas)

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Nunca te pedi mais do que queria dar, nunca exigi que largasse tudo para ficar. Não era certo anularmo-nos e mesmo que o sentimento fosse recíproco sempre haveriam dois lados, duas vidas diferentes, duas almas talvez um pouco inconsequentes, dois corações tanto quanto inocentes que se apoiariam mutuamente e se entregariam completamente. Entendiam-se e relevavam-se coisas sem pensar, já era hora daquele porto seguro encontrar. No entanto foi assim, por necessitar se abriu um abismo, dissipou-se o alívio como ar, se fizeram incabíveis os caminhos onde só um desejou caminhar. Pulou-se o primeiro obstáculo sozinho, sem se quer hesitar. Não te iludas que por muito querer porém pouco falar a esse coração irás encontrar. Teríamos todo o tempo do mundo para aprender a dividir nossos pesares, dando as mãos, o afago dos abraços, os falantes olhares. Os risos que se transformaram em imagens, os assuntos que agora são miragens. Depois da guerra, ficam os vestígios imp...